Rodrigo de Castro

Rodrigo de Castro passou a infância rodeado por telas, tintas, pincéis e lápis, ambiente natural e estimulante para a produção artística, próprio de quem tem um pai como o grande mestre Amílcar de Castro. Porém, depois de criança, parou de pintar e, em 1968, foi morar com a família nos Estados Unidos. Na década de 80, voltou aos pincéis e, em 88, estimulado pelo prêmio que recebera no Salão de Ribeirão Preto, nunca mais parou de pintar. Na ocasião, conheceu Alberto Tassinari e Rodrigo Naves, membros do júri, e aí começou a sua inserção mais definitiva no universo da arte.